Produção
textual artística solicitada pelo professor Nigel A. Hunter livremente inspirado no livro "O Despertar", de Kate Chopin.
“Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez
novo”.
2 Coríntios 5:17.
2 Coríntios 5:17.
Domingo às 2h da manhã
O
início da conversão
Edna Pontellier estava
inquieta durante a madrugada de domingo. Ela chorou. Ao lembrar dos votos que
fez no dia do seu casamento, ela se sentiu suja, maculada pelos sentimentos que
nutria por Robert. Por que ela se deixou sucumbir pela paixão? Paixões são
passageiras. Isso é um fato. Mas somente nós mesmos nos deixamos entrar numa
paixão.
Apesar de não amar seu
marido no início do relacionamento, ela sabia bem que o amor é dedicação. O
amor é vivência. Então, por quê ela não honrou seu marido? Como preferiu o amor
eros de um homem ao amor
incondicional materno?
Edna chorou
silenciosamente.
Desde cedo, sua mãe lhe
indicava a leitura dos Salmos de Davi quando ela se mostrava triste. Muitos, no
amanhecer da Psicologia de Freud, sempre diziam: Está triste? Agora há o
psicólogo, este médico da alma. Uma conversa com ele e tudo ficará bem. Edna,
levada pelo rompante científico, achou que poderia se curar com o auxílio de um
destes profissionais que com os métodos certos, trazem alívio às emoções.
Porém, apenas achou. O psicólogo dizia: Largue seu marido. O importante é VOCÊ
SER FELIZ! Ora, que egoístas estes profissionais... Como ser feliz magoando
outras pessoas? Como magoar o pai de seus filhos? Como cogitar a possibilidade
de deixar seus filhos para trás para viver um relacionamento extraconjugal?
Edna abriu a Bíblia, o
livro da vida, em Salmos.
Ó Senhor, não me
repreendas na tua ira, nem me castigues no teu furor.
Porque as tuas flechas
se cravaram em mim, e a tua mão sobre mim desceu.
Não há coisa sã na
minha carne, por causa da tua cólera; nem há paz em meus ossos, por causa do
meu pecado.
Pois já as minhas iniquidades
ultrapassam a minha cabeça; como carga pesada são demais para as minhas forças.
As minhas chagas
cheiram mal e estão corruptas, por causa da minha loucura.
Estou encurvado, estou
muito abatido, ando lamentando todo o dia.
Porque as minhas
ilhargas estão cheias de ardor, e não há coisa sã na minha carne.
Estou fraco e mui
quebrantado; tenho rugido pela inquietação do meu coração.
Senhor, diante de ti
está todo o meu desejo, e o meu gemido não te é oculto.
O meu coração dá
voltas, a minha força me falta; quanto à luz dos meus olhos, ela me deixou.
Os meus amigos e os
meus companheiros estão ao longe da minha chaga; e os meus parentes se põem à
distância.
Também os que buscam a
minha vida me armam laços e os que procuram o meu mal falam coisas que
danificam, e imaginam astúcias todo o dia.
Mas eu, como surdo, não
ouvia, e era como mudo, que não abre a boca.
Assim eu sou como homem
que não ouve, e em cuja boca não há reprovação.
Porque em ti, Senhor,
espero; tu, Senhor meu Deus, me ouvirás.
Porque dizia eu:
Ouve-me, para que não se alegrem de mim. Quando escorrega o meu pé, eles se
engrandecem contra mim.
Porque estou prestes a
coxear; a minha dor está constantemente perante mim.
Porque eu declararei a
minha iniquidade; afligir-me-ei por causa do meu pecado.
Mas os meus inimigos
estão vivos e são fortes, e os que sem causa me odeiam se multiplicam.
Os que dão mal pelo bem
são meus adversários, porquanto eu sigo o que é bom.
Não me desampares,
Senhor, meu Deus, não te alongues de mim.
Apressa-te em meu
auxílio, Senhor, minha salvação.
Salmos 38:1-22
APRESSA-TE EM MEU
AUXÍLIO, SENHOR, MINHA SALVAÇÃO.
Ao ler este último
versículo, Edna dormiu.
Domingo
às 6h da manhã: A conversão de Edna
Edna acorda disposta,
porém ainda triste. Ela ouviu a voz de Deus dizendo: Vai à igreja. Perto de sua
casa há a Igreja Presbiteriana. Ela já conhecia a igreja, pois desde cedo foi
levada à igreja pelos pais. Todavia, aos poucos, foi se deixando levar pela
onda feminista. O feminismo tem, em suma, uma boa ideologia: dar voz às
mulheres. Antes, na Antiguidade, a mulher era destina apenas aos afazeres
domésticos. A Filosofia e as tantas áreas do conhecimento eram domínio dos
homens. Ora, por que o feminismo tornou-se tão perverso,
tentando destruir famílias e colocando as mulheres como simples objetos
sexuais. O sexo é um presente de Deus à humanidade. Engana-se quem acha que
sexo é por sexo é algo inofensivo. Ao fazer sexo desnudamos nossa alma para o
outro. Ficamos nus, mas não é só nosso corpo que está ali: está em jogo todo o
nosso ser. Fazendo, portanto, um pacto de alma, um pacto de sangue. Edna,
assim, entendeu que não era possível diferenciar sexo de amor.
Agora,
consciente de tudo, Edna foi à igreja. Seu marido estava viajando. Seus filhos
dormindo como anjos que eram. Seus filhos eram presentes de Deus em sua vida.
Após recomendar a criada em relação à refeição matinal de seus filhos, Edna
agarra sua Bíblia e vai à Igreja Presbiteriana. Seus vizinhos não entendem e
começam a questionar: Mas Edna indo à igreja? O que houve com a mulher mais
vanguardista das redondezas?
Ignorando
todos os olhares, a sra. Pontellier entra na Igreja, ajoelha-se no chão e
conversa com Deus, o criador dos céus e da Terra:
Deus,
perdoa-me! Ajuda-me a ser uma nova pessoa, uma nova criatura, uma nova mulher.
Tira de mim os sentimentos lascivos que sinto por Robert. Restaura o meu casamento,
instituição formada e idealizada por Ti. Restaura-me para o Teu louvor. Tua
palavra diz, oh Senhor: “Levantarei os meus olhos para os montes, de onde vem o
meu socorro. O meu socorro vem do Senhor que fez o céu e a terra” (Salmos
121:1,2).
Socorre-me,
Senhor.
Feito
a prece, o momento do coral é chegado. Quanto tempo Edna não escutava uma
canção cristã? Provavelmente desde a sua adolescência conturbada. Aquela
canção tocou demais Edna:
Vou
Realizar[1]
Não me
interessa o que falaram ‘pra’ mim
Quando
eu contei de tudo aquilo que Você me fez sonhar
Até
pensaram que iriam me fazer desistir
Jogando
os meus sonhos numa cova sem poder realizar
Mas o
que você brotou dentro de mim
É
muito maior que o mundo ao meu redor
Pode
parecer ‘pra’ muitos o meu fim
Mas
estou firmado numa rocha que jamais se abalará
Quem
foi que disse que o sol se apagou?
Quem
te falou que eu deixei de acreditar?
Não
acredito no que eu vejo ao meu redor
Até o
morto Ele faz ressuscitar
As
circunstâncias não conseguem me deter
Eu me
levanto e continuo a caminhar
E
confiante não há mais o que temer
Tudo
aquilo que eu sonhei eu vou realizar
Eu vou
realizar, posso sonhar
Edna
ouviu ao sermão. E, como uma resposta de sua oração, o pastor pregou sobre
amor. As palavras do líder religioso ecoavam em sua mente:
“Ainda
que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o
sino que ressoa ou como o prato que retine.
Ainda
que eu tenha o dom de profecia e saiba todos os mistérios e todo o
conhecimento, e tenha uma fé capaz de mover montanhas, mas não tiver amor, nada
serei.
Ainda
que eu dê aos pobres tudo o que possuo e entregue o meu corpo para ser
queimado, mas não tiver amor, nada disso me valerá.
O amor
é paciente, o amor é bondoso. Não inveja, não se vangloria, não se orgulha.
Não
maltrata, não procura seus interesses, não se ira facilmente, não guarda
rancor.
O amor
não se alegra com a injustiça, mas se alegra com a verdade.
Tudo
sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor
nunca perece; mas as profecias desaparecerão, as línguas cessarão, o
conhecimento passará.
Pois
em parte conhecemos e em parte profetizamos;quando, porém, vier o que é
perfeito, o que é imperfeito desaparecerá”. 1 Coríntios 13:1-10
Segunda-feira
“Porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Josué 24:15
Como
desperta de um sonho ruim, Edna sentiu florir em seu interior um amor sem
medidas pelos seus filhos. Feito dia de festa, Edna foi à cozinha. Dispensou a
criada e fez um café da manhã nunca antes visto naquela casa. As crianças,
assustadas, perguntaram: - Vamos receber
visita, mamãe?
Amorosamente,
ela responde que a visita eram eles, os seus filhos amados. A felicidade daquelas
crianças vendo sua mãe fazendo a refeição e comendo com eles, cuidando deles
transformou-se em felicidade para Edna.
O
almoço, também feito por Edna, teve requintes de uma verdadeira cozinheira.
Pato ao molho branco, massas e suco de frutas. Ela estava amando estar em casa.
À noite, Edna fez um bolo de laranja com bolinhos ensinados pela sua bisavó.
Chorando, ela agradeceu a Deus o dom da vida e o prazer de ser mãe.
Como
era bom ser mãe e ser esposa. Como Deus é bom, pensava Edna. Tudo estava se
fazendo novo em sua vida em pouco tempo.
À
frente de sua casa, Edna pôs um quadro, talhado por ela, com os escritos:
“Porém
eu e a minha casa serviremos ao Senhor”. Josué 24:15
Os
vizinhos até foram chamá-la, mas ela, prontamente, disse estar ocupada com sua
casa. O escândalo foi geral: Edna
Pontellier agora era cristã, mãe de família e submissa ao marido, como as
escrituras dizem.
Cantando,
Edna louvou ao Senhor:
Preciso
de Ti[2]
Preciso
de Ti
Preciso
do Teu perdão
Preciso
de Ti
Quebranta
meu coração
Como a
corça anseia por águas, assim tenho sede
Como
terra seca, assim é a minh'alma
Preciso
de Ti
Distante
de Ti, Senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
Distante
de Ti, Senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
Não
posso esquecer
O que
fizeste por mim (fizeste por mim)
Como
alto é o céu
Tua
misericórdia é sem fim
Como
um pai se compadece dos filhos, assim Tu me amas (me amas)
Afasta
as minhas transgressões
Preciso
de Ti (Senhor)
Distante
de Ti, senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
Distante
de Ti, Senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir (não vale a pena)
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
E as
lutas vêm tentando me afastar de Ti
Frieza,
escuridão procuram me cegar
Mas eu
não vou desistir
Ajuda-me,
Senhor
Eu
quero permanecer Contigo até o fim
Distante
de Ti, Senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
Distante
de Ti, Senhor, não posso viver
Não
vale a pena existir (não vale a pena, estar aqui)
Escuta
o meu clamor
Mais
que o ar que eu respiro
Preciso
de Ti
Preciso
de Ti
Preciso
de Ti
Preciso
de Ti
Preciso
Eu
preciso tanto
Preciso
de Ti
Terça-Feira, quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira... À
espera do marido: “Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu”
Os
dias passaram para Edna devagar e rápido ao mesmo tempo, sendo, então, uma
antítese.
O seu
marido estava viajando e ela desejava ardentemente encontrá-lo, amá-lo, ser sua
esposa de fato, como nunca antes. Parecia que ela iria consumar verdadeiramente
o casamento. Edna lembrou dos momentos com seu marido: Momentos rasos, sem
aprofundamento amoroso, pouca entrega de sua parte como esposa, egoísmos de uma
mulher mimada.
Ao
passo que esperava seu marido como uma noiva espera, ela cuidava da casa. Dessa
vez ela até aceitou a ajuda dos criados. Todos estavam sentindo a conversão de
Edna.
Lendo
a Bíblia, Edna refletia sobre si mesma e sobre o marido:
Para
onde foi o teu amado, ó mais formosa entre as mulheres? Para onde se retirou o
teu amado, para que o busquemos contigo?
O meu
amado desceu ao seu jardim, aos canteiros de bálsamo, para apascentar nos
jardins e para colher os lírios.
Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu; ele apascenta entre
os lírios.
Formosa
és, meu amor, como Tirza, aprazível como Jerusalém, terrível como um exército
com bandeiras.
Desvia
de mim os teus olhos, porque eles me dominam. O teu cabelo é como o rebanho das
cabras que aparecem em Gileade.
Os
teus dentes são como o rebanho de ovelhas que sobem do lavadouro, e das quais
todas produzem gêmeos, e não há estéril entre elas.
Como
um pedaço de romã, assim são as tuas faces entre os teus cabelos.
Sessenta
são as rainhas, e oitenta as concubinas, e as virgens sem número.
Porém
uma é a minha pomba, a minha imaculada, a única de sua mãe, e a mais querida
daquela que a deu à luz; viram-na as filhas e chamaram-na bem-aventurada, as
rainhas e as concubinas louvaram-na.
Quem é
esta que aparece como a alva do dia, formosa como a lua, brilhante como o sol,
terrível como um exército com bandeiras?
Desci
ao jardim das nogueiras, para ver os frutos do vale, a ver se floresciam as
vides e brotavam as romãzeiras.
Antes
de eu o sentir, me pôs a minha alma nos carros do meu nobre povo.
Volta,
volta, ó Sulamita, volta, volta, para que nós te vejamos. Por que olhais para a
Sulamita como para as fileiras de dois exércitos? Cânticos 6:1-13.
Sábado: O grande encontro
O sr.
Pontellier afirmou que chegaria no sábado depois de uma semana fora. Edna,
então, preparou-se para receber seu marido.
Eis que
ela passou o dia inteirinho cuidando de si e da casa. Todos estavam bobos com a
mudança radical de Edna. Porém, é assim que o Senhor trabalha na vida de seus
filhos, afirmava veementemente a sra. Pontellier.
O
marido de Edna chega e vê a cada mudada. Havia vida ali dentro. A alma feminil
de Edna tinha dado à casa um ar matronal. Havia flores no jardim. Havia
arranjos de Lírios dos Campos por todos os espaços. Frutas em cima da mesa. As
crianças calmas como que a paz estivesse reinado sempre nos recônditos de seus
inconscientes. Edna pensava sobre isso: O melhor psicólogo é Jesus. Ele
restaurará minha casa. Ele restaurará minha vida. Ele restaurará meu casamento.
- Vamos,
querido, almoçar. Há um refogado de ganso com alcaparras. Há vinho! Há também
doce de leite, sua goloseima predileta. Edna diz ao marido.
Assustado
e aturdido, o sr. Pontellier obedece sua mulher. Nunca dantes sentiu tanto
prazer em comer uma comida. Nem se lembrava mais da comida feita pela sua mãe.
Depois
do almoço, veio o lanche da tarde preparado com muito esmero por Edna.
- Meu
amor, o que está acontecendo? Você está disposta, diferente. Você deseja
contar-me algo? Pergunta o Marido à Edna.
- Tudo
muda. Deus restaura tudo. Responde Edna.
- De
mudar eu estou vendo... Mas ficarei mais gordinho com essa mudança. Todos caem
na gargalhada com a responda do Sr. Pontellier.
À
noite cai e depois de um jantar farto, Edna põe seus filhos para dormir. Então,
chama seu marido para a lareira.
-
Amor, posso ler uma coisa para você?
Ele,
com o olhar, responde “sim”.
Edna,
assim, abre a Bíblia e começa:
Beije-me
ele com os beijos da sua boca; porque melhor é o teu amor do que o vinho.
Suave
é o aroma dos teus ungüentos; como o ungüento derramado é o teu nome; por isso
as virgens te amam.
Leva-me
tu; correremos após ti. O rei me introduziu nas suas câmaras; em ti nos
regozijaremos e nos alegraremos; do teu amor nos lembraremos, mais do que do
vinho; os retos te amam.
Eu sou
morena, porém formosa, ó filhas de Jerusalém, como as tendas de Quedar, como as
cortinas de Salomão.
Não
olheis para o eu ser morena, porque o sol resplandeceu sobre mim; os filhos de
minha mãe indignaram-se contra mim, puseram-me por guarda das vinhas; a minha
vinha, porém, não guardei.
Dize-me,
ó tu, a quem ama a minha alma: Onde apascentas o teu rebanho, onde o fazes
descansar ao meio-dia; pois por que razão seria eu como a que anda errante
junto aos rebanhos de teus companheiros?
Se tu
não o sabes, ó mais formosa entre as mulheres, sai-te pelas pisadas do rebanho,
e apascenta as tuas cabras junto às moradas dos pastores.
Às
éguas dos carros de Faraó te comparo, ó meu amor.
Formosas
são as tuas faces entre os teus enfeites, o teu pescoço com os colares.
Enfeites
de ouro te faremos, com incrustações de prata.
Enquanto
o rei está assentado à sua mesa, o meu nardo exala o seu perfume.
O meu
amado é para mim como um ramalhete de mirra, posto entre os meus seios.
Como
um ramalhete de hena nas vinhas de En-Gedi, é para mim o meu amado.
Eis
que és formosa, ó meu amor, eis que és formosa; os teus olhos são como os das
pombas.
Cânticos
1:2-15.
O sr.
Pontellier chora de emoção. Sentir o amor de sua esposa reavivava seu ser.
Edna, porém, seríssima, vai até o seu marido e o beija. Este beijo fez o sr.
Pontellier ir navegar nas águas profundas de seu “eu”. Como gasolina e fogo os
dois explodiram de amor. Ele pega-a no colo e leva-a para a alcova. Lá Edna
sentiu seu marido como nunca o sentiu. Amando e sendo amada, Edna viu como Deus
estava mudando sua história.
Em sua
mente, ela sentia prazer e devota à sua casa e ao seu casamento firmava ali com
Deus e depois com seu marido um grande encontro: o recomeço de uma vida a dois.
O recomeço de uma família. O despertar
de uma nova criatura.
REFERÊNCIAS
Bíblia Sagrada Online.
Disponível em
CHOPIN,
Kate. O despertar. São Paulo: Paz e
Terra, 2002.
[1]
Disponível em: http://letras.mus.br/mariana-valadao/1548570/.
[2]
Disponível em: http://letras.mus.br/diante-do-trono/65064/.

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