OS MODOS DE VENDER ARTE POPULAR EM FEIRA DE SANTANA: UMA INTERFACE ENTRE LINGUAGEM E SOCIEDADE











Resumo: Este artigo resulta da pesquisa “Modos de vender arte popular em Feira de Santana‛, que teve como lócus o Centro de Abastecimento em Feira de Santana. Objetivou-se investigar os modos de vender arte popular pelos ambulantes e vendedores do lugar supracitado, quais os letramentos utilizados por esses no momento de suas vendas e qual a noção de arte concebida por eles. A metodologia utilizada foi a observação participada, baseada na pesquisa qualitativa. Além disso, compreendendo que não há como separar linguagem e sociedade, buscou-se entender melhor as raízes culturais de Feira de Santana, uma vez que essa cidade teve origem no comércio.
Palavras-chave: Linguagem. Sociedade. Feira de Santana. Modos de vender. Arte.


1 INTRODUÇÃO
Quando se fala de venda ou modos de vender na cidade de Feira de Santana, faz-se necessário falar um pouco de como ela se originou. Sendo assim, sabe-se que o primeiro núcleo habitacional surgiu no século XVIII com a fazenda Olhos D’água, do casal Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandão, e ali, para atender tropeiros e viajantes, foi montada uma feira. Ou seja, Feira de Santana foi originada de vendas e sempre foi conhecida por isso.
Há, em Feira de Santana, inúmeros espaços de vendas, muitos institucionalizados e administrados pela Prefeitura. Mas onde estão os ambulantes e vendedores, em especial aqueles artesãos que fazem seus próprios objetos?
Pensando nesta segregação e quase esquecimento da sociedade feirense em relação a estes ambulantes/artesãos, é que se centra o presente estudo. Como os ambulantes/artesãos referenciam seus objetos? Aquilo que eles vendem é considerado por eles como algo artístico? Conceituar, dar nome, nunca deve ter sido tarefa fácil, por isso, quando se tenta substantivar algo – e não só com o objeto de discurso arte –, isso pode se tornar instável e controverso.
Nomear, então, é variável, já que a história e as vivências dos sujeitos são variáveis. Borges (2007), em sua tese de doutoramento, ressalta que os conceitos são criados no discurso. Além disso, ainda segundo Borges (2007), a referên-cia acontece quando usamos ou criamos uma situação discur-siva para chamar/nomear alguma coisa. No entanto, só pode-mos nomear algo através daquilo que nós já lemos ou já ouvi-mos, isto é, nomear está ligado a questões sociais e históricas, além de subjetivas.
Para Oliveira (2011), também em sua tese, referenciar é um processo de construção sociocognitivo. Assim, para ele, os conceitos nascem de uma interação sujeito-sociedade. Refe-renciação é, para Mondada (2005), uma atividade conforme a qual, intersubjetivamente, nós escolhemos chamar um determi-nado objeto existente no mundo de determinado nome ou nos referimos a ele através de pronomes e anáforas.
Por conseguinte, é sobre estas questões (modos de vender, venda de arte, arte, linguagem e sociedade etc.) que se discute nesta pesquisa.


2 FEIRA DE SANTANA/BA E SUAS ORIGENS NAS
FEIRAS LIVRES
Conforme se ensina nas escolas deste município, a cidade de Feira de Santana tem origens em feiras livres. Segundo Oliveira (2000, p. 7):
O primeiro núcleo populacional surgiu em Feira de Santana, no século XVIII, resultando da fazenda Olhos d'água, de propriedade do casal Domingos Barbosa de Araújo e Ana Brandão, onde foi erguida uma capela em homenagem a São Domingos e Nossa Senhora Santana, surgindo aí uma pequena feira de pouso de tropas e viajantes.
Então, como se pode notar, ao ler o fragmento acima, a cidade de Feira de Santana se ergue por conta do comércio. Mas, para Poppino (1968, p. 12), ‚Feira de Santana é mais do que um pouso nas estradas da Bahia, pois desde os tempos coloniais tornou-se conhecida como um entreposto comercial de vida própria.‛ Porém, é importante, além dessas questões, conceituar o que é feira livre para poder, em seguida, falar sobre o Centro de Abastecimento (doravante CA).
Ao ler Oliveira (2000, p. 19), entende-se que o CA não pode ser considerado uma feira livre, pois há uma diferença entre feira livre e mercado:
O primeiro é o centro de grande comércio que atrai os mercadores de países longínquos e corresponde a uma fase mais evoluída [...] o mercado tem apenas uma influência local [...] são destinadas a prover alimentos correntes à população local [...] daí sua realização semanal. (OLIVEIRA, 2000, p. 19 apud RAU, 19--, p. 56-57).
Ora, o local onde é comercializada arte popular, no CA, não atrai ‚mercadores de países longínquos‛, tampouco acon-tece semanalmente. O CA é, então, uma feira ou um mercado? Há um elemento primordial que descarta a possibilidade do CA ser uma feira livre, pois, segundo Oliveira (2000), é na feira que há, além de compra e venda, manifestações artísticas e culturais.
Dessa maneira, o CA surge, em 1977, por conta do processo de modernização que a cidade de Feira de Santana estava sofrendo, porque, ‚[...] na década de 70, o Brasil viveu, os milagres que dariam a população euforia e esperan-ça.‛ (OLIVEIRA, 2000, p. 8). Assim, 
Não se aceitava em Feira de Santana uma feira livre considerada medieval, anti-higiênica e poluidora. Pois não cabia numa cidade em pleno desenvolvimento econômico, que já possuía até universidade (Universidade Estadual de Feira de Santana, criada em 1976). (OLIVEIRA, 2000, p. 8).
Para o CA, que não surge espontaneamente, prefere-se chamar de espaço de vendas, como tantos outros instituciona-lizados, amparados, fiscalizados e administrados pelo município de Feira de Santana.
As feiras livres, como sinaliza Oliveira (2000), eram espa-ços de diversão para a população feirense. Como acontece hoje no shopping local de Feira de Santana, em que as famílias e até grupos de amigos vão com o objetivo de não só fazer compras, mas usá-lo também como um lugar de entretenimen-to.
No entanto, diferentemente do que acontecia antes nas feiras livres de Feira de Santana, segundo Oliveira (2000), o shopping local da cidade é um espaço que pode até trazer entretenimento, mas não é exatamente um espaço de manifes-tações culturais; é, dessa forma, um espaço de consumo exacerbado. As feiras de Feira de Santana reuniam cordelistas animadores, repentistas e vaqueiros, o que não pode ser veri-ficado no CA.
3 EM BUSCA DO CONCEITO DE ARTE NO CENTRO DE
ABASTECIMENTO: AMBULANTES/VENDEDORES X TEÓRICOS DE ARTE
Em busca do conceito de arte no CA, foram elaborados dois questionários para serem aplicados aos vendedores do local. No CA, é vendido artesanato em geral: chapéus de palha, flores feitas de papel colorido, bonecas de palha, bonecos de barro, troncos de árvore enfeitados etc.
Sabendo disso, e procurando fazer uma sondagem em relação ao objeto de discurso arte, foram feitas as seguintes perguntas: Qual nome deste boxe?; Quem são/é o(s) dono(s)?; Há funcionário(s)?; Qual(is) e quanto(s)?; e a pergunta principal: O vendedor (dono/funcionário) faz os produtos que vendem?
Com esse primeiro questionário, tentou-se fazer um levantamento de quantos boxes vendem objetos de arte/artesanato. Dessa maneira, constatou-se que, naquele espaço, existem inúmeros outros negócios, a saber: restaurantes, gráfi-cas copiadoras, cabeleireiros, barbeiros, lanchonetes etc. Mas há algo de semelhante, que faz referência à arte, em alguns de seus espaços de vendas: o nome dos estabelecimentos, tentando ser coerentes com a maioria dos comércios, como, por exemplo, a Lanchonete Art lanches.
Então, o primeiro questionário foi aplicado para os sujeitos de 15 boxes que vendem arte/artesanato. Esta quantidade justifica-se pelo fato de que, muitas vezes, ao tentar dar prosseguimento à pesquisa, alguns estabelecimentos do CA encontravam-se fechados, além do fato de que alguns vende-dores recusavam se pronunciar, talvez, por não entenderem o viés da pesquisa.
Assim, conforme já dito, percebeu-se que vários dos nomes dos boxes fazem referência ao objeto de discurso arte, como: Casa do Artesanato, Bahia Pita Artesanato, Margarida Artesanato, Artesanato Morais, Artesão Papa Sapato, Edivalda Artesanato, Meire Artesanato, Bruno Artesanato. Destarte, o segundo questionário foi elaborado a partir do primeiro, pois se objetivava agora entrevistar apenas aqueles que faziam os objetos que vendiam.
Constataram-se dois sujeitos que seguiam a proposta. Desses dois, B. O. se mostrou mais solícito para com as questões. Deste modo, no segundo questionário constavam as seguintes perguntas: O que é arte para você? Como é vender estes produtos? Você os considera como arte? Esta entrevista foi gravada com a permissão oral do vendedor.
Usaram-se as perguntas supracitadas para guiar a conversa. Foi-nos informado, por um vendedor, que ele vendia artesanato em geral; então, pedimos para que ele nos desse exemplo do que seria ‚artesanato em geral‛. Ele nos respon-deu: ‚[...] artesanato ‘pra’ decoração, ‘pra’ utilidades dentro de casa, decoração, vasos, trabalho, assim, no ‘candombré’, isso e aquilo, tudo isso ‘nós vende’, material ‘pra’ arranjo [...]‛. Desta maneira, o vendedor referencia arte como algo da cultu-ra e afirma que ‚tudo que é ‘pra’ decoração é artesanato‛.
Com base em Amaral (1984), Azevedo (2003), Ficher (1983) e Janson (1977; 1988) notamos uma semelhança no conceito/referência de arte pelo vendedor. Para esses autores, a arte é vista como algo único e que serve (ou é chamado) para deco-rar, enfeitar. Assim, vemos que é uma constante entre eles que a arte é algo original. Entende-se, aqui, arte original como aquilo que não é feito em série, ou seja, não são feitos vários objetos artísticos, mas apenas um.
A partir de Amaral (1984) obtém-se a informação de que, em todas as manifestações artísticas, há um retrato social feito pelo artista, o qual reflete, em suas obras, o momento histórico em que está inserido. Porém, Janson (1977, p. 10) traz essas questões acerca do conceito de arte:
[...] definir arte é quase tão difícil como definir um ser humano. Todas as generalidades acerca da arte são, normalmente, fáceis de refutar. Até as afirmações mais elementares têm os seus escolhos. Verifique, por exemplo, a simples afirmação de que uma obra de arte tem de ser feita pelo Homem e não pela Nature-za. Esta definição impede, pelo menos, que se consi-derem obras de arte as flores, as conchas, um pôr-de-sol, etc., mas é pouco satisfatória, pois a atividade criadora do Homem não se limita às obras de arte. 
Ainda falando sobre o conceito de arte, Azevedo (2003, p. 23) diz que ele está relacionado às obras-primas encontradas nos museus e que 
[...] fazem parte do grande acervo histórico/artístico e cultural da humanidade; no entanto, elas são proprie-dades de Estados, nações ou colecionadores particu-lares poderosos, que não estão muito interessados em torná-las bens acessíveis à maioria da população do mundo.
Porém, ‚[...] é evidente que a arte está no outdoor que vemos nas ruas, na arquitetura dos prédios e casarios das cidades, nos programas de TV, nos jornais e revistas, na internet, nas igrejas, nos templos, nos terreiros [...]” (AZEVEDO, 2003, p. 23).
4 LETRAMENTOS E ESTRATÉGIAS DE VENDA
Para Soares (2002, p. 18, grifo do autor), ‚Letramento é, pois, o resultado da ação de ensinar ou de aprender a ler e escrever: o estado ou condição que adquire um grupo social ou um indivíduo como consequência de ter-se apropriado da escrita.‛ Todavia, iremos além desta concepção, pois a própria Soares (2002, p. 24, grifo do autor) diz que
[...] um indivíduo pode não saber ler e escrever, isto é, ser analfabeto, mas ser, de certa forma, letrado [...] porque [...] pede a alguém que lhe leia avisos ou indi-cações afixados em algum lugar, esse analfabeto é, de certa forma, letrado, porque faz uso da escrita, envolve-se em práticas sociais de leitura e de escrita.
Sabe-se também que a concepção de multiletramento é bastante abordada na atual conjuntura e, sobre isso, Rojo (2009) discute sobre o acesso aos mais variados assuntos a partir de vários veículos tecnológicos (ou não) que qualquer pessoa pode ter em mão, sendo alfabetizado ou não. Dessa maneira, ela explica que
O conceito de letramentos múltiplos é ainda um conceito complexo e muitas vezes ambíguo, pois envolve, além da questão da multissemiose ou muilti-modalidade das mídias digitais que lhe deu origem, pelo menos duas facetas: a multiplicidade de práticas de letramento que circulam em diferentes esferas da sociedade e a multiculturalidade [...]. (ROJO, 2009, p. 108-109, grifo do autor).
Apesar desta dificuldade da pesquisadora em definir esses letramentos múltiplos, esclarece que
A leitura e a produção de textos em diversas lingua-gens e semioses (verbal oral e escrita, musical imagé-tica [imagens estáticas e em movimento, nas fotos, no cinema, nos vídeos, na TV], corporal e do movimento [nas danças, performances, esportes, atividade de condicionamento físico], matemática, digital. (ROJO, 2009, p. 119).
Consideram-se letramentos múltiplos, uma vez que transcende a ideia de leitura/escrita tradicional. Dessa maneira, defendo que os ambulantes do CA se apropriam dos variados letramentos (imagéticos, escritos, digitais) que estão no cotidia-no para terem mais sucesso em suas práticas de venda.
Ainda sobre estratégias de venda dos ambulantes, é pertinente citar Bauman (2008), pois este reflete acerca da sociedade de consumo. Ao comparar os resultados desta pesquisa com os estudos de Bauman (2008), percebemos que os ambulantes/artesãos, bem como toda a sociedade capitalis-ta, na lógica da sociedade de consumo, vendem seus objetos com o discurso de serem ‚artísticos‛ apenas como forma de convencer seus compradores de que estão levando para suas respectivas casas a arte, o que é algo que, segundo os ambu-lantes, é feito com muito trabalho e, de certa forma, através de inspiração. Ao usar essa estratégia discursiva, os ambulan-tes vendem suas mercadorias valendo-se de um conhecimento (e por isso nos apropriamos dos estudos do letramento) sobre arte que está para além dos muros da escola, uma vez que, ao conversar com eles, fomos informados sobre seus níveis de escolaridade. 
De acordo com Bauman (2008), as pessoas compram não por uma necessidade, mas para suprirem um vazio criado socialmente pelas propagandas. Bauman (2008, p. 24), acerca desta questão, diz que
[...] a “subjetividade” dos consumidores é feita de opções de compra – opções assumidas pelo sujeito e seus potenciais compradores; sua descrição adquire a forma de uma lista de compras. O que se supõe ser a materialização da verdade interior do self é uma idea-lização dos traços materiais – ‚objetificados‛ – das escolhas do consumidor.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS
A partir do que foi exposto neste artigo em relação aos modos de vender dos ambulantes em Feira de Santana, enten-de-se que vender é uma forma de sobrevivência.
Em relação aos modos de vender dos ambulantes e vendedores, percebemos que, dialogando com Bauman (2008), há uma inserção deste ideário consumista (como forma de sobrevivência) e a utilização de uma linguagem persuasiva para convencer os compradores de que seus produtos são indis-pensáveis e que trarão felicidade social que tanto busca a sociedade consumidora moderna-líquida, como ressalta Bauman (2008).
Ademais, a partir do conceito de arte proposto por Amaral (1984), Azevedo (2003), Janson (1988) e Ficher (1983), e relacionando-os com os ambulantes e vendedores pesquisados, podemos inferir que a arte sempre é vista pelas pessoas ordi-nárias (leigas nesse assunto) como algo contemplativo e belo

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Abstract: This article results of the research ‚Modes of selling popular art in Feira de Santana‛ and had as the locus Supply Centre in Feira de Santana. To investigate the ways to sell popular art by street sellers and the above mentioned place, which literacies used by those at the time of their sales and which the notion of art designed by them. The methodology used was participant observation, based on qualitative research. In addition, understanding that there is no way to separate language and society, we sought to better understand the cultural roots of Feira de Santana, since this city originated in the trade
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Keywords: Language. Society. Feira de Santana. Ways to sell. Art.

REFERÊNCIAS

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